Pela construção coletiva de uma educação aberta no Estado de São Paulo

Dois importantes projetos de lei foram aprovados no plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em dezembro de 2012: o PL 989/2011 (sobre Recursos Educacionais Abertos) e 1087/2011 (sobre transparência nas escolas). Ambos aguardam sanção do governador Geraldo Alckmin (PSDB) para que possam ser implementados.

A comunidade REA Brasil, o Observatório da Educação e outros coletivos e diversas instituções que lutam e apoiam a educação aberta, estão convidando a todos para participar, assinar e compartilhar uma petição pela construção coletiva de uma educação aberta, democrática e de qualidade no Estado de São Paulo.

Como bem escreveu o Observatório da Educação, através de suas mídias sociais, “precisamos de um amplo e sonoro “SANCIONA, ALCKMIN”! São dois projetos de lei já aprovados na Alesp que podem representar melhoria efetiva na qualidade da educação de SP — e inspirar outros estados e municípios a adotarem políticas semelhantes… Por isso, estejam em terras paulistas ou não, conheçam as propostas que aguardam sanção (temos 1 semana!!!) e, se concordarem com a ideia, apoiem e façam circular para tod@s.”

Infográfico de Observatório da Educação – http://ow.ly/hhXLd

E você, apoia essa ideia? Então assine a petição e compartilhe a notícia: http://www.avaaz.org/po/petition/Educacao_Aberta_em_Sao_Paulo/

Simpósio OCWC: liberando mentes e compartilhando conhecimento

No início do mês, anunciamos aqui no blog e também em nossas redes, o Simpósio OCWC, evento organizado através de uma colaboração entre a UnisulVirtual e o OpenCourseWare Consortium. O evento ocorreu no último dia 30/10 e contou com a presença de conferencistas de diferentes países que trouxeram as suas ponderações para o debate.

O evento começou com a fala da  presidente do OpenCourseWare Consortium, Anka Mulder e segundo ela, “…o processo de produção mudou, o ensino precisa mudar. O próximo passo é ser aberto e online, além de buscarmos uma solução para passarmos da informação (disponível na web) para aprendizado.”

Ignasi Labastida na palestra sobre as licenças Creative Commons, afirmou que o compartilhamento é a coisa mais importante na educação aberta, mas é preciso saber compartilhar. “Tudo que está na internet tem um autor, se não está explicitado que é livre, então é restrito. Na Europa há muitos problemas de reuso de conteúdo sem licenças.”, disse ele.

Mary Lou Forward, representante do OCWC norte-americano, ressaltou a necessidade das universidades se abrirem às novas ideias e concepções de ensino. “Enquanto as conversas acontecem apenas institucionalmente e pelas mesmas pessoas, elas serão sempre as mesmas. Abra o seu conhecimento e terá novas ideias”. Também afirmou que, a partir de alunos ingressantes para cursos gratuitos e abertos, pode se obter novos alunos em cursos pagos.

Pata Catherine Ngugi, Diretora de Projetos do OER Africa, o continente africano é o que possui maior potencial e necessidade de utilização dos recursos educacionais abertos. Segundo ela, “…há cinco anos não conseguíamos abrir um email pela má qualidade da conexão à internet. Hoje a realidade é outra e há redes disponíveis em diversas áreas.”

Carolina Rossini, abordou um pouco da legislação brasileira. Ela ressalta algumas conquistas, como a inclusão do tema no Plano Nacional de Educação, o Projeto de Lei Federal nº 1513, que dispõe sobre contratação e licenciamento de obras intelectuais, e o Projeto de Lei Estadual nº 989 (SP), que institui política de disponibilização de Recursos Educacionais comprados ou desenvolvidos com subsídios da administração direta e indireta estadual, ou seja, materiais produzidos com recursos públicos devem ser compartilhados. “Compartilhar conhecimento e educação contribui pra um melhor contrato social das instituições”, afirmou a advogada.

Esse texto foi originalmente publicado no site da UnisulVirtual, leia  a matéria completa e confira a apresentação de Carolina Rossini logo abaixo.

OpenEd 2012: educação aberta para além dos conteúdos

Aconteceu em Vancouver, de 16 a 18/10, a Conferência “Open Education” que na edição de 2012 procurou traçar um caminho para a educação aberta que caminha além dos conteúdos para a próxima década. O Brasil esteve presente na conferência com Carolina Rossini e Débora Sebriam, membros da comunidade REA Brasil.

Entre os projetos e temas tratados na conferência estão:

  • Estragégias de política institucional e governamental
  • Avaliações – formativa e somativa, diagnóstica e adaptativa
  • Abertura de grupos de estudo e outras oportunidades para a interação social
  • Novas pedagogias que aproveitam a reutilização, remixe e redistribuição de REA
  • Novos modelos de negócio
  • Novos modelos de certificação
  • Colaborações para expandir a educação aberta

Carolina Rossini (atualmente Electronic Frontier Foundation) foi uma das palestrantes convidadas do evento, juntamente com Gardner Campbell (Virginia Tech) e John Willinsky (Stanford University School of Education) e falou no auditório principal sobre REA no Brasil e outros casos interessantes.

No geral, houve muitas falas e defesas em relação ao livro didático aberto, novos modelos de negócio e a questão dos MOOC’s e novas formas de certificação. Uma ideia nova e super interessante proposta foi a Pitchfest, onde qualquer pessoa/organização presente poderia propor e/ou explicar melhor o seu projeto em 5 minutos. Veja relação de ideias apresentadas:

  1. Nicole Allen, from Student PIRGs – Campaign to Save Students $1 Billion
  2. Gary Lo, Unitclass – Engaging Learning Exercises
  3. Verena Roberts, Alberta Distance Learning Centre – The OC@ADLC
  4. Ganesh Krishnan, Specadel.com – Making OER content more engaging and accessible at low cost for the working students
  5. Tami Echard & Jay Heap, Georgia Virtual School – OER Courses 9-12 Across the Curriculum
  6. Mark Michalsin, Excelsior – Matching Assessments to Open Educational Resources
  7. David Lippman, Pierce College – MyOpenMath
  8. Chris Pegler, UK Open University – Oriole Reusable reuse cards
  9. Una Daly OER Consortium & Jutta Trevarinus University of Toronto – Invitation to Expand Accessibility of Open Educational Resources
  10. Kim Thanos, Thanospartners.com – Project Kaleidoscope
  11. Cable Green, Creative Commons – P2PU School of Open

Os vídeos dos palestrantes estão disponíveis abaixo e todo o áudio e apresentações que aconteceram simultaneamente nas salas secundárias podem ser acessados através do site do evento.

Simpósio OCWC de Educação Aberta

O Simpósio OCWC de Educação Aberta acontecerá no próximo dia 30/10 em Florianópolis. O evento é organizado através de uma colaboração entre a UnisulVirtual e o OpenCourseWare Consortium (organização internacional que procura promover a educação aberta e seus benefícios, reunindo instituições de Ensino Superior e organizações de todo o planeta).

Com temática ampla, que contempla desde uma análise da sociedade em rede até o desenvolvimento de políticas educacionais abertas, o evento vai discutir quais são os rumos do conhecimento diante da era digital e diante da necessidade de promover o acesso à educação para todos através de Recursos Educacionais Abertos.

O simpósio abordará os seguintes temas:

  • O papel das universidades da era da Internet.
  • As licenças Creative Commons e seus quadros jurídicos em âmbito internacional.
  • O papel dos REA e OCW na concretização de metas institucionais.
  • Colaborações internacionais através da educação aberta.
  • Esforços e iniciativas em REA em países em desenvolvimento.

Conferencistas que compõe a Diretoria do OCWC, provenientes de renomadas instituições de diferentes países e continentes apresentarão suas considerações acerca da educação aberta em diferentes contextos sociais e acadêmicos.

Dirigido a um abrangente público ligado à educação, o Simpósio OCWC de Educação Aberta tem a meta de compartilhar e ampliar o conhecimento em torno da Educação Aberta e, com isso, promover reflexões que possam ser convertidas em ações que sirvam para superar barreiras e ampliar o acesso à educação.

Local do Simpósio
UNISUL Unidade Dib Mussi
Endereço: Rua Antônio Dib Mussi, 366 – Florianópolis, SC, Brasil – CEP 88015-110
Telefone: (48) 3279-1181

Inscrições Gratuitas
Para participar do evento, faça a sua inscrição online aqui.

Acompanhe as novidades, conheça os palestrantes, saiba onde se hospedar no site da UnisulVirtual.

Divulgue!

Educação Aberta e REA são foco da série “Gerações Digitais” do Instituto Claro

Autonomia e compartilhamento estão mais próximos da realidade das escolas


O Instituto Claro lançou a segunda reportagem da série “Gerações Digitais”, cujo tema, tratou de Educação Aberta e Recursos Educacionais Abertos. O prof. Nelson Pretto, prfª Débora Sebriam e prof. Tel Amiel da comunidade REA Brasil participaram da matéria. A série Gerações Digitais vai ao ar a cada duas semanas e pretende registrar a trajetória das tecnologias digitais na educação nas últimas décadas, a partir de cinco temas-chave: Jogos (já publicada), Educação Aberta, Ativismo Digital, TICs na sala de aula e Mobile-Learning. Acompanhe e participe das dicussões!

Veja a matéria abaixo!

As tecnologias digitais vêm promovendo grandes mudanças na forma como as pessoas se informam e aprendem. No entanto, muitas destas mudanças não estão claras para professores e profissionais da área, que ainda apresentam dificuldades na hora de formular práticas pedagógicas para uma geração de alunos mais conectada e interativa.

Uma das novas práticas educacionais surgidas na última década é o conceito de Educação Aberta, que, para os mais radicais, se relaciona com a possibilidade de uma educação além da formal, que não depende do espaço escolar. Ou até com a substituição da escola tal como está constituída hoje, como provoca Nelson Pretto, doutor em educação e tecnologia e professor da UFBA. “Se pensarmos no formato tradicional das escolas, que só transmitem educação, as tecnologias digitais são mais efetivas”, afirma. No entanto, ele alerta: “Educação, porém, não é isso, não é transmissão de informação”.

Para Pretto, que possui um histórico de atuação com tecnologias na educação anterior à web 2.0-, as novas gerações se manifestam e produzem conhecimentos de maneira diferente. Atuando neste cenário há menos de dez anos, a educadora especializada em tecnologias digitais Débora Sebriam também acredita que uma grande transformação recente é o fato de que as pessoas passaram a produzir mais conteúdos e conhecimentos de forma colaborativa.

“A escola precisa se modificar. O esforço que tem que ser feito agora é o de transformá-la em um ecossistema pedagógico de produção de cultura e conhecimento. Para isso, é preciso uma mudança de currículo”, afirma Pretto.

Experiências colaborativas e abertas

Uma das formas de trabalhar o espírito colaborativo da cultura digital em sala de aula, tanto no que diz respeito aos recursos quanto à metodologia de utilização, é através dos Recursos Educacionais Abertos. Ou seja, fazendo uso de ferramentas que estão em domínio público ou licenciadas de maneira aberta e que podem ser utilizadas e/ou remixadas por terceiros. Confira mais detalhes sobre os REAs na apresentação abaixo, elaborada por Débora Sebriam e Priscila Gonsales para o Seminário Recursos Educacionais Abertos, que aconteceu em Porto Alegre no dia 12 de setembro, por iniciativa do Projeto REA Brasil, Instituto Educadigital e Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Débora Sebriam lembra que este movimento chegou no Brasil em 2008. Hoje, já existe uma comunidade que se organiza a partir do portal do REA e apoia projetos de disponibilização e produção de recursos abertos.

No entanto, os recursos educacionais abertos não fazem a diferença sozinhos. Para Tel Amiel, pesquisador do Nied/Unicamp e coordenador do grupo de trabalho Educação Aberta, o que importa são as práticas que podem ser modificadas em sala de aula e para além dela, através da discussão de questões como remixagem e propriedade intelectual, por exemplo. “Os REAs são uma maneira de o professor e o aluno pensar questões que a Cultura Digital impõe”, afirma.

Segundo Débora, as novas gerações já começam a ter mais autonomia para a busca e produção de conhecimento a partir da internet, apesar da “colagem” ser uma alternativa antiga. “O copiar e colar é uma prática anterior ao mundo online. As pessoas copiavam coisas da Enciclopédia Barça, por exemplo. A questão é: com vários trabalhos copiados e colados, sem citações de fonte, o professor precisa propor releituras e reflexões. O que se impõe é uma questão metodológica”, afirma.

Desafios para os próximos anos

Construir uma escola que explore melhor o conceito de colaboração é um desafio que esbarra em alguns obstáculos. Nelson Pretto aponta que os professores precisam receber formação para atuar de forma mais efetiva com as novas tecnologias. “Formação não são somente cursos. É plano de carreira, é infraestrutura nas escolas, constante atualização e valorização da prática docente”, afirma.

Pouco a pouco, os REAs começam a aparecer como foco de políticas públicas. Débora lembra que, em São Paulo, os materiais educacionais municipais já são todos REA, a partir da aprovação do Decreto Municipal nº 52.681, de 26 de setembro de 2011. Além disso, há projetos de lei para ampliar o alcance dos REAs tramitando no Senado e no Estado de São Paulo. Detalhes sobre o projeto vão ser discutidos no VI Congresso de Direito de Autor e Interesse Público, que acontecerá no dia 9 de outubro, em Curitiba. “É importante transformar esta adoção em lei, para evitar retrocessos com troca de governos, por exemplo”, afirma a educadora.

A materialização dos REAs nas escolas brasileiras ainda depende de investimentos, mas será um caminho sem volta, na opinião de Débora. “Esta discussão só vai ganhar força nos próximos anos, principalmente porque envolve dinheiro público. Se é a sociedade que está financiando os materiais, eles devem poder voltar para a sociedade depois”, finaliza.

Para acessar o podcast publicado e apresentação elaborada por Débora Sebriam e Priscila Gonsales, acesse: Instituto Claro

I Workshop Recursos Educacionais Abertos: questões para globalização e localização

O I Workshop Recursos Educacionais Abertos: questões para globalização e localização, será parte do Congresso Brasileiro de Informática na Educação (CBIE 2012) e está focado na discussão sobre o uso e reuso de recursos digitais em ambientes formais e não formais de aprendizagem. O movimento, chamado de “Recursos Educacionais Abertos” (REA) tem se expandido rapidamente no mundo e no Brasil.

Recursos podem ser considerados “abertos” com base em dois princípios: 1) abertura legal, com o uso de licenças mais permissivas (como Creative Commons) e 2) abertura técnica, através de formatos e protocolos abertos ou especificados abertamente. Hoje encontramos alguns projetos no Brasil que disponibilizam recursos com licenças mais abertas com grande variedade na implementação dos mesmos. Com o crescimento da disponibilização de recursos em escala mundial pesquisadores têm começado a questionar o conceito de “abertura” e até que ponto estes recursos são, ou podem ser, efetivamente reutilizados, remixados e adaptados em diferentes contextos. Ou devemos sempre “criar” o novo?

Neste workshop, busca-se entender as peculiaridades do conceito de “remix” de recursos educacionais abertos, discutindo questões práticas (exemplos, projetos, atividades) bem como teóricas (modelos, dificuldades, impedimentos, catalisadores).

Um enfoque principal será dado às questões relativas a produção e trânsito de recursos entre diferentes grupos culturais, países, nacionalidades, comunidades e grupos linguísticos, buscando problematizar questões relativas à globalização e localização de recursos educacionais, em um mundo cada vez mais mediado e conectado.

Temas de interesse incluem (mas não estão restritos)

  • Desenvolvimento de processo e técnicas que facilitam o uso, revisão e remis de recursos abertos
  • Práticas REA em condições não-ideais
  • Práticas e recursos abertos em programas de formação docente
  • Como pensar em “cultura” em REA
  • Benefícios e limitações na localização de REA
  • Estudos de caso analisando práticas de remix/adaptação cultural e tradução de recursos
  • Desenvolvimento collaborativo em REA

O workshop está aberto para artigos resumidos e completos que falem sobre aspectos teóricos, práticos e experiências relacionadas a remix, adaptação, localização e cultura em REA. O envio de artigos pode ser feito até 05/10/2012. Para mais informações acesse Educação Aberta.

Projeto de lei REA será analisado na Câmara

Na onda de boas notícias a serem comemoradas nesta semana de evento REA na ALESP, e como reconhecimento da importância da educação aberta para a sociedade brasileira, a Câmara dos Deputados irá analisar um projeto de lei que determina que obras educacionais financiadas por recursos públicos devem beneficiar a todos e estar disponíveis para uso por meio de uma licença aberta, como a do Creative Commons. O projeto também determina que o governo apoie o desenvolvimento de repositórios digitais federados e desenvolvidos com software livre, que permitam o arquivo, a publicação, a distribuição e o fácil acesso a tais materiais.

De iniciativa do Deputado Federal Paulo Teixeira, o projeto, especificamente, “dispõe sobre a política de contratação e licenciamento de obras intelectuais subvencionadas pelos entes do Poder Público e pelos entes de Direito Privado sob controle acionário de entes da administração pública.” O projeto também regulamenta o direito autoral das obras produzidas por funcionários públicos quando do exercício de sua função.

“Há muitos anos trabalho a questão de acesso ao conhecimento e entendo a Internet como instrumento fundamental a tal fim. Ao repensar a educação na era da sociedade do conhecimento, me deparei com o conceito de recursos educacionais abertos e percebi como nossa legislação não trabalha esta questão. O Brasil não pode ficar de fora deste debate, ainda mais porque nosso governo é um dos maiores financiadores de recursos educacionais, seja por meio de compras públicas, seja por meio de salários e bolsas de estudo e pesquisa, seja por meio de isenção de impostos em toda a cadeia produtiva de livros. Os números impressionam! Creio que todos, empresas e pessoas, que recebem tal montanha de dinheiro vindo dos cofres públicos, têm uma obrigação para com a sociedade: compartilhar o resultado de suas pesquisas e o desenvolvimento delas com a sociedade que o/a financiou, permitindo o uso livre de tal recurso educacional” – Deputado Paulo Teixeira

Para mais detalhes, leia o projeto, que também traz importantes  definiçoes sobre recursos educacionais abertos, licenças livres, entre outras.


David Wiley no TED de Nova Iorque!

TED é uma pequena organização sem fins lucrativos dedicada à “espalhar ideias que valem a pena”. TED começou, em 1984, como uma conferência que reunia pessoas de três mundos: tecnologia, entretenimento, e design. Desde então, seu alcance vem tonando-se vez mais amplo.

Recentemente, na edição independente da cidade de Nova Iorque, o visionário e empreendedor de recursos educacionais abertos – David Wiley – proferiu uma incrível palestra (em inglês) sobre Educação Aberta.

Veja a seguir

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