Caminhos para a governança da educação digital no Brasil: diagnósticos e desafios

Pesquisadora da Iniciativa Educação Aberta integra equipe do estudo do GT Edtech da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que tem apoio da UNESCO

Aula na Oficina do Futuro com estudantes da rede municipal de Belém /Agência Belém

A pesquisadora da Iniciativa Educação Aberta, Priscila Gonsales, que também integra o Grupo de Trabalho sobre Educação e Tecnologias (GT Edtech) da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, fará parte, com Andressa Pellanda e Marcele Frossard, da equipe envolvida no estudo sobre Caminhos para Governança da Educação Digital no Brasil. Trata-se de uma iniciativa apoiada pela UNESCO que vai realizar um mapeamento de atores, pesquisas, situação de acesso, parcerias público-privadas, legislações, programas e políticas existentes sobre educação e tecnologias digitais. A temática vai incluir temas como:  acesso, conectividade, infraestrutura, violação de direitos à educação e direitos digitais, regulação, implementação, financiamento, e atores envolvidos nestes processos.

Diante da acelerada digitalização da educação, intensificada pela pandemia da COVID-19, e a difusão crescente de aplicações baseadas em Inteligência Artifical (IA), o estudo tem por objetivo ampliar o debate social em torno da compreensão de como e por quem novas ferramentas de Edtech são criadas, implementadas e avaliadas nos sistemas públicos de educação.

Ainda, é importante lembrar que somente 22% da população brasileira tem acesso significativo à internet. Com um discurso de inovação e eficácia inquestionáveis, atores privados têm aumentado a participação na gestão pública, por meio do fornecimento de soluções tecnológicas para o ensino, criando situações assimétricas em relação a parcerias, como relatou o relatório Educação em um Cenário de Plataformização e Economia de Dados do CGI.br. Aprovada em janeiro de 2023, a Política Nacional de Educação Digital (Lei nº 14.533/2023) abre caminhos para investimentos públicos na extensa digitalização da educação sem apontar atribuições claras e responsabilidades seja do setor governamental como do setor privado que fornece as tecnologias.  Isso exige a construção e implementação de estruturas de governança de educação digital com a participação de sujeitos de direito e a sociedade civil de maneira geral. 

O debate em torno de uma governança da educação digital que enfatize inovação com garantia de direitos tem reverberado em escala global, especialmente após o lançamento de interfaces “amigáveis” dos grandes modelos de linguagem natural (popularmente conhecidos como IA generativa). Pesquisadores e agências europeias têm frisado riscos pelo uso dessa tecnologia, tais como o aumento de desigualdades, mercantilização de serviços públicos e apropriação de dados, além de proteção de crianças e adolescentes no contexto da digitalização. De que forma as políticas de educação digital no Brasil contemplam as redes de relações, influências e gargalos de formação de gestores públicos em relação ao novo contexto da sociedade digital marcado por tecnologias de inteligência artificial?

No Brasil, não existe um diagnóstico que reúna todas as legislações, programas e atores envolvidos com o tema da Educação digital ou TDICs na Educação, trazendo uma visão sistêmica a partir de levantamento de legislação, políticas públicas, produções acadêmicas e notícias. Esse estudo vai ao encontro das conclusões de dois relatórios da UNESCO lançados em 2023, que apontam a falta de evidências de que as tecnologias digitais melhoram a qualidade, a equidade e a inclusão na educação, como o Relatório Geral de Monitoramento da Educação (GEM) e o estudo An ed-tech tragedy? Educational technologies and school closures in the time of COVID-19.

A publicação final, em formato de relatório está prevista para ser lançada em 2025.

Cátedra UNESCO em EaD e UniRede vão mapear panorama atual da IA no Ensino Superior no Brasil

Estudo conduzido por pesquisadores vinculados às duas instituições e também à Iniciativa Educação Aberta vai trazer recomendações para políticas de governança institucional das instituições públicas

Primeira interface de IA generativa lançada, ChatGPT segue com popularidade @Sanket Mishra

Cátedra UNESCO em EaD e a UniRede iniciam estudo analítico sobre o panorama atual de adoção e regulação de tecnologias de IA nas instituições públicas de ensino superior (IPES) no Brasil. O objetivo é elaborar um referencial de recomendações para a construção de políticas, considerando recomendações já existentes no país e no exterior, revisão de literatura crítica sobre IA e ensino superior, bem como mapeamento de tecnologias que estão sendo utilizadas.

Com a adoção acelerada de serviços e tecnologias baseadas em IA – especialmente a IA generativa – nos espaços de ensino e pesquisa, novas formas de criação de conteúdo desafiam o papel da avaliação tradicional e provocaram novos debates sobre autoria, integridade da informação, bem como proteção de dados e desenvolvimento cognitivo de estudantes e professores. Trata-se de desafios universais que afetam diretamente a produção e o intercâmbio de conhecimento também no ensino superior.

O setor privado tem sido o principal vetor de avanço e promoção do uso de ferramentas de IA, em muitos casos sem o devido cuidado com direitos humanos essenciais, como privacidade e equidade. Muitos serviços de IA hoje são integrados de forma automática em plataformas privadas já adotadas por instituições públicas de ensino superior brasileiras (e.g. Google Workspace, Microsoft 365) e são utilizadas de maneira informal por alunos e professores (como ChatGPT). Embora já exista um projeto de Lei federal em tramitação com foco em medidas regulatórias, ainda é incipiente o debate interno nas universidades sobre a importância da elaboração de políticas institucionais de governança. Em vista disso e de sua atuação em prol da educação a distância, aberta e flexível, a Cátedra UNESCO de EaD, coordenada pelo professor Tel Amiel (UnB) convidou a UniRede para uma parceria de pesquisa que vai envolver também pesquisadores da Iniciativa Educação Aberta.

A publicação final, em formato de relatório ou guia de recomendações, está prevista para ser lançada em agosto de 2024.

Pesquisadora brasileira integra o grupo de convidados da Relatoria da ONU em Direitos Humanos para reunião sobre IA e educação

Marcada para o dia 20 de junho, em Genebra, na Suíça, a reunião vai gerar insumos para o próximo relatório que será apresentado na Assembleia Geral da ONU de 2024

A pesquisadora da Iniciativa Educação Aberta (IEA), Priscila Gonsales, está em Genebra, na Suíça, a convite da Relatoria Especial da ONU em Direitos Humanos. O evento é organizado pela relatora especial, Farida Shaheed, com o objetivo de obter uma escuta qualificada com pesquisadores e especialistas de diversas regiões do mundo sobre os impactos do avanço da adoção de plataformas e outras aplicações de IA na educação. 

Em março de 2024, a ONU realizou uma chamada aberta para receber contribuições sobre o tema, com ênfase na garantia do direito à educação.  A Iniciativa Educação Aberta enviou a contribuição em coautoria com a Campanha Nacional pelo Direito à Educação

A seguir, listamos os principais estudos e pesquisas em que a Iniciativa Educação Aberta esteve  envolvida em relação ao tema, tanto no Brasil como na América Latina, que serão apresentadas na reunião:  

1) Análise descritiva dos Termos de Uso e Políticas de Privacidade dos pacotes education da Google e Microsoft mostra que as empresas não cumprem a Lei Geral de Proteção de Dados; 

2) Estudo Educação em um Cenário de Plataformização e Economia de Dados, organizado pelo CGI.br, aborda conceitos contemporâneos sobre plataformização, assimetrias em parcerias entre big techs e governo e também a questão da soberania digital. Lançamento consolidado será no dia 26 de junho

3) Nota técnica em coautoria com a Campanha Nacional pelo Direito à Educação sobre o Programa Escolas Conectadas do MEC reforça a importância das escolhas participativas e dos recursos e tecnologias abertas; 

4) Estudo sobre governança da educação digital, organizado pela Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (CLADE) a ser lançado no VII Seminário da Educação Brasileira na UNICAMP, destaca a interoperabilidade não regulamentada de tecnologias de IA em aplicações e plataformas edtech; 

5) Observatório Educação Vigiada, iniciativa que mapeia a exposição da educação pública da América Latina e África  ao capitalismo de vigilância.  

Em 2022, Priscila Gonsales que também é diretora do Educadigital, pesquisadora da UNICAMP e visiting fellow do CenSoF/Universidade de Bristol, já participou da consultoria para o Relatório Especial sobre os Impactos da Digitalização da Educação no período pandêmico. Pode ser consultado neste link.

Pacotes “education” do Google e da Microsoft não contemplam lei brasileira de proteção de dados

Em vigor desde agosto de 2021, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) ainda não aparece nos documentos (Termos de Uso e Política de Privacidade) que regem as ofertas educacionais das duas grandes empresas

Capa do estudo disponível no Zenodo

Estudo analítico realizado em 2022 pela Iniciativa Educação Aberta (IEA) em parceria com o Laboratório de Políticas Públicas e Internet (LAPIN) a partir de perguntas-chave mostrou que os Termos de Uso e Políticas de Privacidade dos pacotes ofertados para a educação, denominados Google Workspace for Education e Microsoft 365 não contemplam a principal Lei brasileira sobre proteção de dados.

Também foram identificados pontos pouco claros, especialmente relacionados ao uso de dados para finalidades comerciais. Dentre os destaques elencados no relatório, está a  seção “Serviços Adicionais” no Aviso de Privacidade do Google Workspace for Education com o seguinte parágrafo:

“Alguns serviços adicionais exibem anúncios. No entanto, se você estiver usando sua conta do Google Workspace for Education em escolas de ensino fundamental e médio, não exibimos anúncios personalizados, ou seja, não usamos informações da sua conta ou atividades passadas para segmentar anúncios. Entretanto, é possível que sejam exibidos anúncios com base em fatores gerais, como pesquisas, hora do dia ou conteúdo de uma página que você estiver lendo complementar a ideia de que o Google não realiza o tratamento de dados pessoais para fins de personalização de anúncios.”

O trecho grifado leva ao seguinte questionamento: por que as pesquisas realizadas por uma pessoa e o conteúdo de uma página acessada não são considerados dados pessoais? Em que medida a utilização de tais informações se diferencia do tratamento de dados pessoais para fins de personalização de anúncios?

No caso da Microsoft, há uma extensa lista sobre as finalidades do tratamento de dados na Política de Privacidade. No entanto, no Relatório de Privacidade não há qualquer material adicional que indique as finalidades específicas relacionadas ao Office, sendo impossível delimitar as finalidades dentro do produto Office 365 Educação. Diante dessa situação, chega-se à mesma conclusão de que não há transparência sobre a finalidade do tratamento, ainda que se coloque uma lista ampla na Política de Privacidade, pois não é possível entender como essas finalidades se relacionam com o Office 365 Educação.

O relatório, que traz uma tabela síntese comparativa entre as duas empresas, é uma atualização do estudo descritivo realizado em 2020 pela IEA, em parceria com o Instituto Alana. Denominado Educação, Dados e Plataformas, o estudo considerou os Termos de Uso e Política de Privacidade das duas Bigtechs que, durante a pandemia e a necessidade de manutenção das atividades de maneira remota, concederam para escolas de todo o Brasil acesso “gratuito” a seus serviços educacionais. Na ocasião, os documentos apresentados pelas empresas, além de rebuscados e de difícil compreensão para o leitor leigo, eram traduções simples dos originais, com respaldo em leis norte-americanas.

Para conhecer o relatório de 2020, acesse aqui.
Atualização do relatório em 2022, acesse aqui

Plataformização e dadificação: fenômeno contemporâneo na educação

Confira aqui a relação dos estudos e artigos sobre o tema publicados no Brasil


EDUCAÇÃO EM UM CENÁRIO DE PLATAFORMIZAÇÃO E ECONOMIA DE DADOS

Estudo 1Problemas e conceitos (Setembro, 2022)
Primeiro de uma série de três estudos organizados pelo GT de Plataformas na Educação do CGI.br

Estudo 2Parcerias e assimetrias (Novembro, 2022)
2020 – Levantamento de plataformas e aplicativos utilizados pelas secretarias de educação segundo seus canais oficiais de comunicação
2021 – Atualização do Levantamento de plataformas e aplicativos utilizados pelas secretarias de educação segundo seus canais oficiais de comunicação
Relação dos acordos analisados pelo parecer jurídico

Estudo 3Soberania e Infraestrutura (Outurbro, 2023)

OUTROS MATERIAIS RELACIONADOS

Plataformas digitais proprietárias na educação pública: o barato que pode sair caro (2022) – artigo publicado na Revista HISTEDBR On-line

Os modos de adesão e abrangência do capitalismo de vigilância (2021) – artigo publicado na Revista Perspectiva

Educação, dados e plataformas (2020) – relatório descritivo sobre os termos de uso e políticas de privacidade dos pacotes education de grandes empresas de tecnologia

Neoliberalismo e crise: o avanço silencioso do capitalismo de vigilância na educação brasileira durante a pandemia da Covid-19 (2020) – Revista Brasileira de Informática na Educação

Inteligência Artificial, educação e infância (2020) – artigo publicado no Panorama Setorial do CETIC.br

Coletando dados sobre o capitalismo de vigilância nas instituições públicas de ensino superior no Brasil (2019) – artigo LAVITS, disponível no repositório Universidade de Brasília (UnB)

Infraestruturas, economia e política internacional: o caso do Google Suite for Education (2018) – artigo Repositório Institucional da Universidades Federal do Estado de São Paulo (Unifesp)

Edital Bolsistas Moderadores

A Iniciativa Educação Aberta vai selecionar estudantes de graduação interessados em participar como moderadores do curso de formação EaD sobre educação STEM, com ênfase em igualdade de gênero, realizado em parceria com a UNESCO Representação Brasil. O curso será ofertado no ambiente Moodle, software livre. Estudantes universitários inscritos serão convidados a fazer o curso a partir do dia 25 de julho, que poderá ser utilizado como atividade complementar curricular, e também participar da formação síncrona sobre moderação on-line de a ser realizada no dia 2 de agosto, das 14h-18h.

Na segunda semana de agosto, o curso começará a ser ofertado para professores da Educação Básica de estados parceiros da UNESCO e os estudantes de graduação que participaram da formação poderão ser chamados para atuarem como bolsistas na moderação on-line.

Podem se inscrever alunos formalmente matriculados em cursos de graduação em qualquer área do saber que estejam vinculados (em pesquisa ou projeto) a um Núcleo ou Grupo de Pesquisa com foco em STEM, Mulheres na Ciência ou Gênero e Tecnologia.

As inscrições estão abertas até dia 17 de julho de 2022 ou até o encerramento das vagas.

ACESSE AQUI O EDITAL

Orientação para inscrição:
Clique aqui para acessar o ambiente do Moodle. Na página do Moodle clique em “Criar uma conta” e vá seguindo os passos que vão aparecer (ler e aceitar a política de privacidade, os termos etc) até chegar ao formulário para preencher com seus dados. Você vai receber em seu email um link de confirmação de cadastro. Acesse o link e atualize seu perfil de cadastro. Pronto, feito isso vai aparecer o item “Seleção de Bolsistas Moderadores”, clique em “autoinscrição” e siga as instruções.

Selecionados para a 2ª turma do curso Líder Educação Aberta


Procura pela segunda turma do curso e certificação Líder Educação Aberta, parceria com a UNESCO Brasil, superou as expectativas:  3 candidatos por vaga.  

A seguir, a lista dos 105 pré-selecionados, contemplando profissionais da educação básica, preferencialmente do sistema público e diversidade regional. Os pré-selecionados deverão apresentar uma carta de apoio à sua participação, assinada por uma chefia na instituição que trabalham ou por um profissional parceiro. As instruções foram enviadas por mensagem individual.  Esta edição também terá 5 convidados do Ensino Superior (nomes no final do post).

Nome completoUFCidade
Adriana Canto UetanabaraSPSão Paulo
Alessandra de Araújo ZachariasSPSão Paulo
Aline TeixeiraSPCampinas 
Ana Márcia Abreu Martins de PaivaMGBelo Horizonte
Ana Paula Silveira de FariaSPSão Paulo
Anderson Borges de SantanaSPMogi das Cruzes
Anelise Beatriz GambaSCBalneário Camboriú
Ary Potyguara Canagé de Pinho FilhoSPSão Caetano do Sul
Audres Marta GomesAMManaus
Carina Jakitas FonsecaSPSão Paulo
Carla Cristiane Franco de AquinoRNSão Miguel
Carla Maria Pereira Barbosa MoraisMGOuro Branco
Carlos PontesPABelém
Carolina MüllerRSNovo Hamburgo
Carolina Teles RodriguesMGUberlândia
Cindi Emanuele Damasceno AlbuquerqueBASalvador
Cláudia Alessandra Pontes DuarteSPSão Paulo
Cristiane Aparecida dos Santos ReisSPSão Paulo
Cristiane Osório dos SantosPITeresina
Cristina Afonso Mendonça NunesSPSão Paulo
Denise LambertiSPRegente Feijó
Ediberto Queijada de SouzaDFáguas claras
Edna S. BaninSPRio Claro
Elaine dos SantosPRCuritiba
Elisangela Almeida de SouzaSPSão Paulo
Elza AlmeidaPRFoz do Iguaçu
Euda RochaGOAnápolis
Fabiano OliveiraSEAracaju
Fábio Junio da Silva SantosSPSão Paulo
Fernanda Pereira da SilvaRJRio de Janeiro
Flávia da Costa Lima FernandesSPSão Paulo
Flávia de MouraRJRio das Ostras
Francimar Santos JuniorAMManaus
Francisco Hudson FrotaMAImperatriz
Gabriela KopinitsPECaruaru
Geisy Nunes Adriano, SPSão Paulo
Geiza Lessa Sobral da ConceiçãoRJRio das Ostras
Gizelle CapistranesMGBelo Horizonte
Grasiela Cabrio dos Santos OliveiraSPMatão
Hellen Cristiane de SouzaSPSão Paulo
Irlandes Lopes MotelMSTrês Lagoas
Janaina Batista SilvaMGBelo Horizonte
Jane Gomes PeixotoSPSão Paulo
Jaqueline de Jesus dos SantosBASalvador
Jhonathan Lima LobatoPAAnajás
José OxleiRSRio Grande
Joseane Oliveira FigueiredoPABelém
Juliana Machado LimaSPSão Paulo
Karla de SouzaSPSão Paulo
Kátia Raquel VianaSPSão Bernardo do Campo
Katiana Azambuja SilvaMSTrês Lagoas
Katiane Costa Paiva SimoneSPSão Paulo
Leandra Gomes GonçalvesRSTeutônia
Leandro LemesSPOsasco
Léia Souza AMManaus
Lindinalva Souza CavalcanteRJMaricá / Itaipuaçu
Lucas de CastroSCFlorianópolis
Lúcia Aparecida Ribeiro da Silva MouraPRFoz do Iguaçu
Luciano CarvalhoSCBlumenau
Lucilene VarandasSPSão Paulo
Lucimara Adriana Maia MieleSPSão Paulo
Marcelo Cesar RibeiroPRCuritiba
Marcia BarrosSPSão Paulo
Marcia NascimentoRNSão Miguel
Maria Helena Andrade SilvaCECanindé
Maria Railda Alves dos Santos BertuolPRFoz do Iguaçu
Maria Sueli Cardoso dos SantosSPCotia
Marina Matera SanchesSPSão Paulo
Marysther Oliveira NascimentoBAFeira de Santana
Mauricia Simões dos Santos PalácioSPOsvaldo Cruz
Meluzia RibeiroSPSão Paulo
Miguel Augusto LemeSPRibeirão Preto
Mirelle Monteiro da SilvaSPItu
Nadyjanayra de AlmeidaCEFortaleza
Narla RochaMGBelo Horizonte
Onice MesettiSPSão Paulo
Patrícia Mara dos Santos MachadoBAFeira de Santana
Paula BalbisSCFlorianópolis
Paula Kowalski F. BezerraSPSão Paulo
Rafael NogueiraSPGuarulhos
Raphael Schlic MatosSPSão Paulo
Renata Dias MonteiroSPSão Paulo
Ricardo MartinsSPSão Paulo
Rildo Nedson Mota de SousaSPSão Paulo
Riva ResnikPERecife
Roberto Silva RJRio de Janeiro
Rosimar Sabino PintoSPSão Paulo
Rubia Carla do PradoSPSão Paulo
Rúbia Léa dos Santos RodriguesSPSantos
Samanta VolpeSPSão Bernardo do Campo
Sergio Carneiro CampeloSPCarapicuíba
Sila Vicente de OliveiraSPSão Paulo
Silene KuinSPSão Paulo
Silmara Vania Muniz da SilvaSPPereira Barreto
Silvania Rodrigues MacielRJRio de Janeiro
Sirleni Batista UenojoSPMairiporã 
Tânia Mara de Andrade Oliveira SilvaMGItaúna
Tatsu Shinozaki de SouzaSPGuarulhos
Telma FélixAMManaus
Thaíla Guimarães de Queiroz SantosRJNova Iguaçu
Thais Morgana AndradeMGPoços de Caldas
Vanessa Dantas MachadoSPSão Bernardo do Campo
Vânia de OliveiraSPBragança Paulista
Veronica Andrea Peralta Melendez MolinaSPSanto André
Washyngton Freitas SantosBASalvador
Zuleide de Jesus CerqueiraBAItuberá

Participantes convidados – profissionais do Ensino Superior
Carmem Zeli de Vargas Gil – UFRGS 
Francisca Monteiro da Silva Perez – UFRN 
Ivelise Fortim – PUC-SP 
Luís Miguel Dias Caetano – Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
Veronica Morales Antunes – Unipampa

Curso Líder Educação Aberta – turma 2

Com apoio da UNESCO,  formação Líder Educação Aberta – 2ª Edição abre inscrições para o processo seletivo de 1 a 5 de abril

Profissionais da Educação Básica interessados em receber a certificação Líder Educação Aberta, que também é reconhecida como extensão universitária pela Universidade de Brasília, já podem se inscrever no processo seletivo para a segunda turma. 


Processo seletivo
: de 1 a 5 de abril de 2021
Quem pode se inscrever: professores, gestores e técnicos atuantes na Educação Básica
Início do curso: 20 de abril de 2021 (término em 5 de julho de 2021)

ACESSE AQUI O PROCESSO SELETIVO
==> se você não tem uma conta no cursolab do Educadigital, clique em “criar uma conta”

O curso Líder Educação Aberta foi criado em parceria com a UNESCO Representação Brasil. Trata-se de uma formação totalmente gratuita e on-line, com carga horária de 60h, mesclando momentos síncronos e assíncronos, com o objetivo de criar uma rede de lideranças educacionais  comprometidas com a adoção de conceitos e práticas de abertura e promoção de direitos digitais.

Composto de 6 módulos de conteúdo, cada um com uma atividade prática, o curso apresenta as competências relacionadas aos Recursos Educacionais Abertos (REA) — compreender, buscar, usar, criar e compartilhar — bem como aprendizados sobre a relação entre educação, cultura digital e direitos humanos. Participantes terão a oportunidade de realizar experimentações como usuários de soluções tecnológicas baseadas em padrões abertos e software livre. Temas como remix, escolha de licenças flexíveis em produções autorais, análise de repositórios e plataformas para publicação e compartilhamento também estarão presentes. A moderação será constante, com alguns encontros em tempo real previamente agendados para dúvidas ou entrevistas com especialistas convidados.

A certificação será concedida aos concluintes da formação, considerando participação nos debates e encontros on-line e também a realização de atividades práticas, que poderão ser feitas presencial ou remotamente.

Totalmente mediado por professores especialistas, as vagas são limitadas. O processo seletivo terá como critério diversidade regional, de gênero e familiaridade com uso de tecnologias digitais na educação.

Resultado da seleção sai no dia 12 de abril


Se quiser saber mais sobre a origem do curso, assista a LIVE de lançamento realizada em setembro de 2020

Líder Educação Aberta começa dia 6/10

Criado pela Iniciativa Educação Aberta com apoio da UNESCO e extensão universitária na UnB, formação totalmente gratuita e on-line é destinada a profissionais da educação básica. Saiba mais

Participantes selecionados/as para a 1ª edição do curso

Nome completoEstadoCidade
Adria Alves dos Santos RodriguesGOÁguas Lindas
Adriana Beatriz Pacher RaachSCSão João Batista
Aline Bernardi CapriolliRSSapucaia do Sul
Aline Soares de limaSPSão Bernardo do Campo
Ana Fernanda Brandão PereiraPAPonta Grossa
Andrea aparecida felix felixSPSorocaba
Camila PachecoPRAraucária
Carlos Antônio da SilvaPERecife
Daniela Lopes ErloSPIbaté
Edmaria Conceição SantosBASalvador
Eduardo MatiasALMaceió
Elaine Teixeira da SilvaRJCampos dos Goytacazes
Elena M IgnacioRJRio de Janeiro
Elisangela Gama MamedioBAPiraí do Norte
Erima Amaral CardosoBAVitória da Conquista
Fernando Antonio de Macêdo ParenteRJRio de Janeiro
Graça SantosRJRio de Janeiro
Gislaine Batista MunhozSPSão Paulo
Hanay Rosa das NevesSCCriciuma
Jamila Bezerra InacioDFBrasília
Jefferson PaixãoSPSorocaba
Jefferson Teixeira BAIrecê
Jesse de Castro LibanioSCBalneário Camboriú
Joana AlmeidaBASalvador
João Paulo Francisco de SouzaSPMarília
Joaquim Lazinho Borges BorgesDFSobradinho-DF
Josefa Ferreira Soares DiasBABom Jesus da Lapa
Joselia Domingos dos SantosBASalvador
Juliana BastosBASalvador
Larissa MalfattiSPCampinas
Leidiana MerloESVila Velha
Liliane Pereira da Silva CostaSPSão Paulo
Luciana  Silva Vasconcelos Santos da SilvaPETRIUNFO
Luciana Guimarães Rodrigues de LimaRJRio de Janeiro
Luciano José Trindade FalcãoALMaceió
Lucileide Barbosa Dantas MoreiraBAFormosa do Rio Preto
Luís José MalangaCERedenção
Luzinete LyrioBASalvador
Marcia Eleane Braghini Deus DeuSPSão Paulo
Márcia Sayoko NanakaPRCuritiba
Maria Celia Dantas de AraújoBASão Sebastião do Passé
Maria da Penha Pompermayer CaetanoESVila Velha
Maria Rozane Pereira de OliveiraALBoca da Mata
Maria Sandra de SouzaDFBrasília
Maria Sueli Cardoso dos SantosSPCotia
Mariana GamaBASalvador
Mariceia de SenaSPSão Paulo
Moacir Freitas BorgesBALauro de Freitas
Nelson Rodrigues da Cruz JuniorBAIrecê
Pamela Nayara Santana El OtraSPSão Paulo
Pâmella Araújo BalcaçarMTRondonópolis
Patricia Vivolo Rotondaro da SilvaSPSão Bernardo do Campo
Rafaela de Oliveira Alves PiresDFBRASÍLIA
Raquel dos Santos Candido da SilvaSPMarília
Rodolfo Athayde de MoraisMGMontes Claros
Rosa LamanaSPSão Paulo
Silvia AmbrozimSPMarilia
Silvia leticia santos lopesBABoa Nova
Vanessa Duarte LeiteSPMogi das Cruzes
Vanise Souza SantosBASão Francisco do Conde
Veridiana Alves Cirino ReisSPMarília
Victor Augusto SilvaSPJundiaí
Wilson Beleza dos SantosPATrairão
Yara gabrielSPSão Paulo
Zuleide de Jesus CerqueiraBaItuberá

Participantes convidadas: 
Maria Rehder – consultora UNESCO 
Maria da Graça Moreira – professora da PUC-SP

Curso inédito vai certificar profissionais da educação básica

Com apoio da UNESCO, primeira turma da formação Líder Educação Aberta, totalmente gratuita e on-line, será no período de outubro-dezembro de 2020. Aprovado como extensão universitária na UnB 

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

Com o objetivo de criar uma certificação para professores e gestores da Educação Básica de todas as regiões do Brasil, a Iniciativa Educação Aberta, em parceria com a UNESCO Representação Brasil lança no dia 1 de setembro o processo seletivo para a primeira turma do curso Líder Educação Aberta. Trata-se de uma formação totalmente gratuita e on-line, com carga horária de 60h, mesclando momentos síncronos e assíncronos, como o objetivo de criar uma rede de lideranças educacionais comprometidas com a transformação educacional por meio da adoção de conceitos e práticas de abertura e promoção de direitos digitais.

Período do curso: 6 de outubro a 8 de dezembro de 2020

O curso será composto de 8 módulos de conteúdo e vai propor reflexões e práticas a partir das competências relacionadas aos Recursos Educacionais Abertos (REA) — compreender, buscar, usar, criar e compartilhar — bem como aprendizados sobre a relação entre educação, cultura digital e direitos humanos. Participantes terão a oportunidade de realizar experimentações como usuários de soluções tecnológicas baseadas em padrões abertos e software livre. Temas como remix X plágio, escolha de licenças flexíveis em produções autorais, análise de repositórios e plataformas para publicação e compartilhamento também estarão presentes. A moderação será constante, com alguns encontros em tempo real previamente agendados para dúvidas ou entrevistas com especialistas convidados.

Em novembro de 2019, foi aprovada uma recomendação para REA na Conferência Geral da UNESCO para que os países membros acelerem a implementação de políticas de educação aberta visando cumprir o 4º Objetivo da Agenda 2030 da ONU: educação de qualidade, equitativa e inclusiva.  “O compromisso da UNESCO no Brasil com educação aberta já vem de longa data, seja no apoio a  normativas já criadas pelo poder público, como a iniciativas da sociedade civil. Com o lançamento do curso, queremos também fortalecer os atores da educação, com vistas a formar uma rede de lideranças que possam disseminar conceitos e práticas”, ressalta Rebeca Otero, coordenadora de Educação da UNESCO.

A certificação será concedida aos concluintes da formação, considerando participação nos debates e encontros on-line e também a realização de atividades práticas, que poderão ser feitas presencial ou remotamente.

Totalmente mediado por professores especialistas, as vagas são limitadas. O processo seletivo, com início no dia 1/9 e término em 15/9, terá como critério diversidade regional, de gênero e familiaridade com uso de tecnologias digitais na educação.

Inscrições encerradas
Processo seletivo de 2 a 16 de setembro de 2020. Resultado: 30 de setembro

Se você já fez algum curso on-line do Educadigital (cursolab.org.br) CLIQUE AQUI

Se você ainda não fez um curso on-line do Educadigital, CLIQUE AQUI

Resultado da seleção sai no dia 30 de setembro

 

Assista a LIVE de lançamento 

Extensão universitária pela UnB