Produzir e compartilhar é só começar!

Voltam as aulas e, junto com elas, o desafio de trazer para a escola a cultura digital, tão presente na sociedade. Como as tecnologias digitais podem de fato estimular a inovação de espaços, tempos e formas de comunicação no ambiente educativo, motivando estudantes e educadores? Trata-se de uma questão não só do Brasil, mas de muitos países compromissados com a melhoria dos processos pedagógicos e com a qualidade da aprendizagem.

Segundo a pesquisa TIC Educação 2013,  46% dos professores da rede pública declararam utilizar computador e internet em atividades com os alunos na sala de aula – um aumento de 10 pontos percentuais em relação a 2012.  Esse dado contradiz aquele velho discurso da “resistência” dos professores. Ao contrário, mostra que o educador percebe cada vez mais a relevância do uso pedagógico das tecnologias digitais e, indo mais além, podemos supor que existe uma vontade de inovar, de romper paradigmas, apesar de todas as dificuldades cotidianas.

É importante frisar que o desejo por inovação não é de agora. Há mais de 25 anos, as primeiras pesquisas e iniciativas brasileiras na área já tinham esse objetivo. O Brasil, na vanguarda de muitos países na época, se destacou justamente por ter focado seus estudos iniciais em analisar as transformações cognitivas e estruturais que as tecnologias digitais poderiam proporcionar. Pesquisadores de universidades como a Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Unicamp foram pioneiros em trazer a linguagem LOGO que estava sendo desenvolvida no Massachusetts Institute of Technology MIT (EUA), baseada na aprendizagem de programação pelas crianças. Para saber mais sobre esse contexto histórico, vale conferir as entrevistas com a educadora gaúcha Lea Fagundes, 84 anos, fundadora do Laboratório de Estudos Cognitivos da UFRGS, realizada pelo Instituto Educadigital.

Com o passar do tempo, algumas ideias desse período inicial se perderam. A maioria dos investimentos públicos em educação foi direcionada para compra de equipamentos (computadores, projetores e agora tablets) e de materiais educativos prontos baseados na mera transmissão de conteúdos, em detrimento de propostas de formação de docentes que pudessem estimular o trabalho colaborativo entre professores para refletir sobre o desenvolvimento de competências e habilidades para refletir, planejar e criar com tecnologias digitais.

Colaboração e a cooperação são valores cada vez mais fundamentais para a sociedade do século 21. A internet evidenciou uma rede de informação, conhecimento e cultura na qual cada indivíduo passa a ser potencial produtor. E, ao ser produtor, torna-se também autor. Uma produção educativa antes restrita à comunidade específica de uma escola agora pode estar disponível para o mundo, fazendo parte de uma construção coletiva de conhecimento que evidencie e valorize a diversidade cultural da humanidade.

Nesse contexto, a mesma pesquisa TIC Educação trouxe pela primeira vez um dado muito interessante sobre uso de conteúdos digitais que mostra uma tendência de conquistar autonomia na preparação de aulas e atividades. Na rede pública, 96% dos professores usam recursos educacionais disponíveis na internet para preparar aulas ou atividades com os alunos. Os tipos de recursos mais utilizados são imagens, figuras, ilustrações ou fotos (84%), textos (83%), questões de prova (73%) e vídeos (74%). O uso de jogos chega a 42%, apresentações prontas, 41%, e programas e softwares educacionais, 39%.

A pergunta que fica é: será que esses recursos digitais estão sendo usados em novas metodologias e práticas ou ainda reproduzem o formato de transmissão centralizada? Um ponto que a pesquisa destaca é a baixa quantidade de publicações de recursos educacionais por professores, ou seja, profissionais que são autores de conteúdos educacionais e que compartilham na rede. Apenas 21% dos professores de escolas públicas já publicaram na internet algum conteúdo educacional produzido para utilizar em suas aulas ou atividades com os alunos.

Se a criação já acontece, o próximo passo é compartilhar na rede e, de preferência como um Recurso Educacional Aberto (REA), usando uma licença livre, que permita reusos e adaptações por outros educadores. Dois ambientes abertos e gratuitos podem estimular essa atividade. Um deles é o site Escola Digital, de busca de objetos digitais disponíveis online, que oferece uma busca por licenças de uso, e na seção “Para Criar” reúne uma série de links para os usuários criarem seus próprios vídeos, jogos, infográficos, entre outros itens multimídia.

Agora, quem quiser participar de uma rede online de aprendizagem, aberta e gratuita, que conecta professores e alunos de todo o Brasil, precisa conhecer o Edukatu,  focado no consumo consciente, que traz trilhas lúdicas e espaço para escolas publicarem suas produções.
No próximo post, vamos falar mais sobre o que são os REA.

Para saber mais, acesse a nova edição do Panorama Setorial da Internet que discute as possibilidades trazidas pelos REA, explorando os dados da TIC Educação 2013.

Fonte: ARede.educa, coluna Livre Saber

Seminário em Educação Aberta, Sociedade e Tecnologia

Cenário

As tecnologias de informação e telecomunicações tem alterado o modo de vida das pessoas e criado novos costumes e facilidades que estão resolvendo muitos dos problemas do dia a dia, mas tem trazido em seu bojo novos problemas como os ligados à segurança das pessoas e negócios, à privacidade, à propriedade intelectual etc. O Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia (CEST) foi criado na Universidade de São Paulo em Dezembro de 2013 a partir de doações da Microsoft para discutir essas questões complexas e propiciar encontros, envolvendo os desenvolvedores, os pesquisadores, a sociedade e o governo de forma a estruturar essas e outras questões importantes e gerar respostas ou propostas adequadas, pavimentando o caminho para soluções que passem pelos costumes, pelas normas ou pelas aplicações desenvolvidas. Alguns conceitos transversais a todos esses temas como as aplicações em educação online, moedas criativas, Internet das Coisas, etc. são, todos, temas com potencial de serem problemas ou soluções de grande abrangência e complexidade além de serem, também, de interesse geral do corpo social.

Objetivos e participantes

O CEST esta iniciando suas atividades num evento que congrega a academia internacional e outros agentes envolvidos na educação aberta considerado tema chave para os avanços societários tanto em termos de desenvolvimento econômico quanto de inclusão social.

O evento visa:

  • Lançar o projeto eMundus (www.emundus-project.eu) no Brasil, compartilhando desde o início os planos do Projeto com a comunidade de Educação Aberta do Brasil.
  • Discutir o estado da arte da Educação Aberta no Brasil em termos de políticas, práticas e desenvolvimento inovador.
  • Dar início à preparação de um artigo que representa a posição brasileira na Educação Aberta internacional e nos debates sobre Recursos Educacionais Abertos que é adotado pelo eMundus.

Tomando parte no evento, especialistas brasileiros de REA (Recursos Educacionais Abertos), assim como uma equipe de pesquisadores do projeto eMundus, financiado pela Comunidade Europeia em seu programa Erasmus Mundus que congrega pesquisadores numa rede internacional representativa das diversas regiões do mundo. Através do projeto eMundus haverá a participação dos parceiros: MENON Network (Bélgica), Universidad Autonoma Metropolitana (México), OER Foundation (Nova Zelândia).

Como resultado desse evento inicial, serão gerados artigos de posicionamento e abertas linhas de discussão em fóruns com a participação internacional. 

Agenda

Quinta-feira, 15 de maio de 2014

08.00 – Registro e café da manhã

09.00 – Boas-vindas e Abertura dos Trabalhos, Jose Roberto Piqueira, Diretor da Escola Politécnica da USP

Apresentação do Seminário, Edison Spina, USP

Apresentação do projeto eMundus, Fabio Nascimbeni, MENON, Bélgica

09.30 – Painel: Educação Aberta na América Latina  (Moderação: Romero Tori)

  • Mapeamento de iniciativas REA no Brasil e na América Latina, Tel Amiel e Everton Alvarenga (uma parceria da Open Knowledge Brasil, Unicamp e Insituto Educadigital)
  • Recursos educacionais abertos no Brasil: o campo, os recursos e sua apropriação em sala de aula, Jamila Venturini, Programa Catalisador da Wikimedia no Brasil.
  • Política pública de educação para REA no Brasil, Débora Sebriam e Priscila Gonsales – Instituto Educadigital

11.00 – Coffee Break

11.30 – A Experiência da Escola do Futuro da USP, Fredric Litto (fundador da Escola do Futuro e Presidente da ABED), Brasilina Passarelli (coordenadora cientítifica da Escola do Futuro) (A CONFIRMAR)

12.30 – Almoço

14.00 – Painel: Barreiras e Soluções para Adoção de Educação Aberta (moderacao: Priscila Gonsales)

  • Plataformas de recursos abertos Teresa Cristina Jordão,   Tic Educa  (a confirmar)
  • Openness as a Tool, Xavier Ochoa, Escuela Superior Politécnica del Litoral, Ecuador
  • Open Education developments in Mexico. Celso Garrido, UAM, Mexico

16.00 – Coffee break

16.30 – Keynote speeches (videoconference):

  • Iniciativas de Educacion Aberta e política pública nos vários países,  Carolina Rossini – Public Knowledge
  • Issues at stake for OER and Open Education,  Wayne Mackintosh OER Foundation, New Zealand
  • Questions & answers

18.00 – Cerimônia de Abertura. Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia

  • Edison Spina
  • Luiz Natal Rossi
  • Maristela Bassos
  • Paulo Roberto Feldmann
  • Fabio Nascimbeni

 Sexta-feira, 16 de maio de 2014

8.00 – Café da Manhã

9.00 – Painel dos “Experts”:  Perspectivas para a Educação Aberta (moderação:  Romero Tori)

  • A Educação Aberta na Europa e no Brasil: perspectivas políticas e práticas  (Open Education in Europe and Brazil: political and practical perspectives), Andreia Inamorato, IPTS, European Commission (videoconference)
  • MOOCs: de onde viemos e para onde estamos caminhando, João Mattar –  PUC-SP e Universidade Anhembi Morumbi
  • A Educação Aberta na perspectiva da  ABED  – Stavros P. Xanthopoylos,  FGV, ABED
  • A Educação Aberta na perspectiva da  Veduca  Carlos Souza, Veduca
  • A Educação Aberta na perspectiva da Akatu Silvia Sá, Akatu

11.00 – Coffee Break

11.30 – 12.30 Conclusões e próximos passos

  • A perspectiva Acadêmica:  Romero Tori
  • A perspectiva  eMundus: Fabio Nascimbeni
  • A perspectiva CEST: Edison Spina

12.30 – Encerramento do evento público

14.00 – 18.00 Reunião do Projeto eMundus (PMB – Project Meeting Board Meeting).

Como participar?

Inscrições gratuitas, reserve sua vaga pelo e-mail cest@usp.br
Local: Av. Professor Luciano Gualberto, 71, tv. 3,
Cidade Universitária, Butantã, São Paulo – SP – CEP 05508-010

Fonte: Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia – USP

Roda de conversa: REA em sala de aula

A Ação Educativa, com o apoio da Wikimedia Foundation, está promovendo uma pesquisa sobre Recursos Educacionais Abertos (REA) no Brasil, com o objetivo de identificar oportunidades e obstáculos para o uso e apropriação de materiais abertos em língua portuguesa nas salas de aula.

Neste contexto, será promovida uma roda de conversa como parte da pesquisa, com o objetivo de entender como educadores e educadoras da educação básica se apropriam de vídeos, jogos, textos ou qualquer outro tipo de material encontrado na Internet durante suas aulas.

Roda de Conversa com Educadores e Educadoras sobre Uso de Recursos Educacionais em Sala de Aula
Data: dia 7 de maio (quarta-feira)
Horário: das 14h às 17h
Local: Ação Educativa – Rua General Jardim, 660 – Vila Buarque – São Paulo/SP
Vagas: 15
Inscrições: aqui ou no site da Ação Educativa
Mais informações: observatorio@acaoeducativa.org / (11) 3151-2333, ramais 185 e 170

The Open Education Consortium

 Educação aberta impulsiona inovação na educação superior em nível mundial


O OpenCourseWare Consortium anuncia seu novo nome: The Open Education Consortium. O novo nome abraça as tendências mundiais no ensino superior para compartilhamento aberto e ampliação do acesso por meio das tecnologias, ferramentas e conteúdos abertos.

“A Educação Aberta apresenta muitas oportunidades para desenvolver o ensino e a aprendizagem do Século XXI”, disse Mary Lou Forward, Secretária Executiva do Open Education Consortium. “Estamos muito animados ao ver que governos, instituições, educadores e aprendizes ao redor do mundo vêm demonstrando interesse crescente na pela Educação Aberta e comprometendo-se a ajudar a construir um futuro em que o compartilhamento aberto torne-se uma prática padrão e cotidiana.”

A conferência anual do Open Education Consortium aconteceu na semana passada, em Ljubljana, Eslovênia. A conferência foi aberta pelo Ministro da Educação da Eslovênia, Jernej Pikalo, que anunciou o programa Opening Up Slovenia, uma iniciativa prioritária daquele país para incorporar a Educação Aberta em todos os níveis do sistema educacional esloveno. A iniciativa nacional em Educação Aberta da Eslovênia servirá de exemplo para estimular conversas internacionais e colaborações que levem à construção do futuro da educação européia. Na seqüência, o Comissário Europeu Androulla Vassiliou descreveu a importância do programa Opening Up Education para a Comissão Européia, afirmando que maior igualdade, acesso e eficácia na educação são essenciais para o futuro da Europa.

“A Open Education Consortium Global Conference tem o prazer de ser o fórum em que uma iniciativa tão importante é anunciada”, disse Larry Cooperman, Presidente do quadro de diretores do Open Education Consortium. “Estamos ansiosos para colaborar em projetos transformadores que tragam maiores oportunidades educacionais para todos”.

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Sobre o Open Education Consortium

O Open Education Consortium (www.openedconsortium.orgvislumbra um mundo em que o desejo de aprender seja realizado em sua completude através de oportunidades para que o aprendizado ocorra em qualquer lugar e que todas a pessoas possam acessar oportunidades educacionais que sejam economicamente acessíveis e culturalmente adequadas para obter o conhecimento e a formação que buscam. O Open Education Consortium atua de forma a expandir o acesso à educação e promover o compartilhamento aberto do conhecimento por meio de suas fontes de informação de especialistas, sua rede global e sua posição como a principal voz da Educação Aberta.

#ArenaNETmundial ParticipaBR

Começa hoje o #ArenaNETmundial ParticipaBR! O evento está sendo promovido pela Secretaria-Geral da Presidência da República em parceria com a Prefeitura do Município de São Paulo e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), será realizado no Centro Cultural São Paulo de 22 a 24 de abril e vai abrigar discussões fundamentais para garantir uma internet livre, colaborativa, democrática e plural.

O evento ocorre em paralelo com o Encontro Multissetorial Global sobre o Futuro da Governança da Internet (NETmundial). Em ambos serão discutidos os princípios da governança da internet – mas é na ArenaNETmundial que a sociedade civil poderá participar com suas ideias, que depois serão organizadas em uma Carta Proposta para os coordenadores do NETmundial.

O evento contará com a presença e participação de Manuel Castells, Tim Berners-Lee, Gilberto Gil, Demi Getschko, Deputado Alessandro Molon, Ministro José Eduardo Cardozo, Leonardo Sakamoto, Beá Tibiriçá, Daniela Silva, Joana Varon, Marcelo Branco, Ricardo Poppi, Sérgio Amadeu da Silveira, Simão Pedro, entre outros. Entre os debatedores brasileiros e também do exterior temos diversas pessoas ligadas a comunidade REA Brasil.

A participação em todas as atividades da #ArenaNETmundial é gratuita. Além de livre acesso ao Centro Cultural São Paulo, pessoas de todo o mundo poderão acompanhar a transmissão ao vivo pela internet.

Para que muito mais gente possa acompanhar o evento e influenciar o futuro da Internet, o site REA transmitirá as atividades em português direto aqui no site.

ArenaNETmundial em português

Hub Brasil em português

Crédito Imagens

1. flic.kr/p/nf64WQ

2. flic.kr/p/nbFsFL

Fórum de Cultura Digital de Campinas e Região

A 1ª Semana de Cultura Digital de Campinas e Região colocará em pauta do dia 26 a 29 de março os temas de maior relevância social frente ao novo paradigma digital. O evento contará com debates, oficinas, paineis e atividades descentralizadas.

O objetivo é refletir sobre o acesso às tecnologias digitais, software livre e transparência, Internet e mobilização Social, representatividade de São Paulo e região nos espaços digitais e iniciativas de Campinas no mundo virtual.

Os debates serão sobre: Plano Nacional de Banda Larga, telecentros, ações de cultura digital, transparência pública dos dados, formação dos professores no uso recurso educacionais livres, software livre nas esferas públicas, digitalização dos acervos de museus públicos, disponibilidade em licenças livres, entre outros.

Dia 27/03, das 14h às 16h, no CDI Campinas, terá uma oficina sobre Recursos Educacionais Abertos com o prof. Tel Amiel. A oficina tem 15 vagas e é gratuita, mas é necessário se inscrever. Veja a descrição da oficina:


“Esta oficina tem como objetivo uma introdução ao conceito de “Recursos Educacionais Abertos” (REA). Apresentará de maneira prática como REA podem contribuir para repensar relações entre alunos e professores além das dinâmicas de ensino e aprendizado. Discutiremos novos modelos na produção, disseminação e uso de recursos didáticos digitais e impressos partindo de noções sobre licenças e termos de uso flexíveis além de padrões e protocolos abertos. Conduziremos pequenas atividades relacionadas à REA.


Fonte: Fórum de Cultura Digital de Campinas

Projeto Oportunidad

O Projeto REA Brasil esteve presente em Niterói, dia 20/03/2012, para o lançamento do Projeto Oportunidad que visa disseminar os conceitos de recursos e práticas educacionais abertas na Améria Latina (REA e PEA). O Consórcio Oportunidad inclui 12 universidades, sendo 8 na América Latina e 4 na Europa:

  • Università degli Studi Guglielmo Marconi (USGM, Italy), instituição coordenadora
  • Universitat Oberta de Catalunya (UOC, Espanha)
  • University of Lisbon (UL, Portugal)
  • University of Oxford (UOXF, Reino Unido)
  • Fluminense Federal University (UFF, Brasil)
  • Universidad Estatal a Distancia (UNED, Costa Rica)
  • Universidad Técnica Particular de Loja (UTPL, Equador)
  • Fundacion Uvirtual (Uvirtual, Bolivia)
  • Universidad Virtual del Sistema Tecnológico de Monterrey (UVTM, México)
  • Universidad de La Empresa (UDE, Uruguai)
  • Universidad Inca Garcilaso de la Vega (UIGV, Peru)
  • EAFIT University (EAFIT, Colômbia)

A parte da manhã foi marcada com apresentações de alguns dos membros do Consórcio e convidados. Além de apresentarem casos de sucesso envolvendo Recursos Educacionais Abertos e ressaltarem a importância do uso de licenças abertas, os palestrantes foram unânimes ao ressaltar o problema existente com metadados e standares para que os recursos sejam melhor aproveitados e que os diversos repositórios possam “conversar” entre si. Em breve a íntegra da transmissão online estará disponível ao público no portal de vídeos da Universidade Federal Fluminense.

A parte da tarde foi reservada para realização de três workshops:

  • Pedagogia e Prática: Compartilhamento de Abordagens Pedagógicas para REA,
  • Modelos de Negócio e Práticas Educacionais Abertas: REA e modelos institucionais,
  • Soluções Tecnológicas para REA: principais tecnologias, padrões, standards, especificações e infraestrutura

A convite de Andreia Inamorato, o projeto REA contribuiu na mediação do Workshop Modelos de Negócio em REA. Veja abaixo o arquivo de introdução da intervenção.

UnisulVirtual participa da Semana Mundial da Educação Aberta

A Open Education Week é uma iniciativa do OpenCourseWare Consortium, do qual a UnisulVirtual faz parte como consorciada e também com representação na Diretoria do OCWC, através do professor Murilo Matos Mendonça.

Este vídeo é a contribuição da instituição ao evento, que possui o objetivo de conscientizar sobre os REA – Recursos Educacionais Abertos ou OER – Open Educational Resources.

 

Lançamento do Projeto OportUnidad

O Projeto OportUnidad, que visa a disseminar os conceitos de recursos e práticas educacionais abertas na Améria Latina (REA e PEA), terá seu lançamento internacional no dia 20 de março de 2012, na Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro, Brasil.

O evento é gratuito, todos estão convidados. Confira a programação completa abaixo. A inscrição é necessária e as vagas são limitadas!

Acesse a programação geral aqui.

Inscrição gratuita – preencha o formulário aqui.

Visite a página do projeto: http://oportunidadproject.eu

Transmissão ao vivo da sessão da manhã (das 9 às 13h): www.uff.br/webtv

Fonte: Open Content Online