Semana de Integração das Tecnologias e Educação Aberta do Paraná

A Semana de Integração das Tecnologias e Educação Aberta do Paraná articula ações de interesse comum, que envolvem a educação mediada pelas tecnologias digitais. Integram o desenvolvimento profissional docente nos vários níveis da educação representados pela UFPR, UTFPR, IFPR e SEED-PR – Secretaria de Educação do Estado do Paraná.

Objetivos

  • Consolidar a parceria entre as Instituições de Ensino federais ( UFPR, UTFPR, IFPR) e a SEED.
  • Debater a integração das tecnologias digitais com enfoque na educação aberta.
  • Compartilhar conhecimento e experiências sobre a educação.

Lançamento das seguintes ações:

  • Programa Paranaense de Práticas e Recursos Educacionais Abertos – PPPREA
  • REA nos repositórios digitais da UFPR e da UTFPR
  • LIFE – Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores UFPR/CAPES

Inscrições

Até 23/11/2014 no www.utfpr.edu.br/prograd/eventos

Fonte: CIPEAD e UFPR

Unesco e Unicamp lançam cátedra em educação aberta

Por Jamila Venturini em Open Knowledge Brasil

Será inaugurada no dia 11 de novembro, a Cátedra em Educação Aberta da Universidade de Campinas (Unicamp) em parceria com a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação e Cultura). Na ocasião, Celso Costa, diretor Instituto de Matemática e Estatística da Universidade Federal Fluminense, dará a palestra inaugural com o título “Trajetória da educação aberta nos meus caminhos de professor”. Costa foi coordenador geral da Universidade Aberta do Brasil e atualmente coordena o grupo de pesquisa Formação de professores e Tecnologias de Informação e Comunicação (CNPq). Para participar do evento, basta se inscrever aqui.

A iniciativa busca promover pesquisa e capacitação na área de educação aberta e recursos educacionais abertos, facilitando a colaboração entre pesquisadores e professores da área no Brasil e no mundo. Seus objetivos são: desenvolver e implementar atividades que busquem compreender como as práticas e espaços do ensino público básico e de ambientes não-formais de aprendizado podem implementar o uso e produção de Recursos Educacionais Abertos (REA); fomentar a adoção e disseminação de políticas de acesso aberto e licenciamento aberto; promover a criação e disseminação de recursos digitais que possam ser utilizados em ambientes educacionais, entre outros. Além disso, a proposta é se criar uma rede de colaboração internacional ao redor dos temas de educação aberta e REA que possa facilitar a troca de conhecimentos nos níveis nacional, regional e global.

Leia a seguir entrevista com Tel Amiel, coordenador da Cátedra, Pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED) na Unicamp e coordenador do projeto Mapa de Iniciativas de Recursos Abertos (MIRA) feito em parceria entre a OKBr, Instituto Educadigital e a ESPOL (Ecuador).

O que é educação aberta? Como essa ideia dialoga com o movimento mais amplo pelo conhecimento livre?

No Livro REA eu defini educação aberta como: “Fomentar (ou ter a disposição) por meio de práticas, recursos e ambientes abertos, variadas configurações de ensino e aprendizagem, mesmo quando essas aparentam redundância, reconhecendo a pluralidade de contextos e as possibilidades educacionais para o aprendizado ao longo da vida”. O essencial, para mim, é pensar na articulação de vários modelos e propostas. É ir além da noção simplista e recorrente de que a mudança educacional precisa necessariamente suplantar algo que já existe. Podemos agregar novas configurações de ensino e novas oportunidades de aprendizagem ao que já existe. É nesse embate que geramos mudança no que está posto e calibramos as novas propostas.

Você poderia resumir um pouco o histórico e características principais da parceria que resultou na cátedra?

A Cátedra nasceu de um bate papo que tive durante uma conferência com Rory McGreal, que é coordenador da Cátedra Unesco em REA na Athabasca University. Desta conversa veio outra, em Paris com Abel Caine, que coordena as iniciativas relacionadas à REA na Unesco e incentivou a criação do projeto. Já começamos a trabalhar em parceria com outras Cátedras em temas relacionados (estas existem atualmente no Canadá, Eslovénia, Holanda, Nova Zelândia e México). A criação de redes internacionais de colaboração é um objetivo central da instauração de Cátedras pela Unesco. Para nosso projeto, o enfoque é o no ensino básico e na formação docente, o que complementa o trabalho dos outros parceiros que agem com maior esforço em outras áreas (como no ensino superior).

Qual a importância dessa cátedra para a pesquisa na área de educação aberta e REA no Brasil? Que atividades se pretende desenvolver?

O estabelecimento da Cátedra vem para reconhecer o trabalho que é feito no Brasil por ativistas, professores, pesquisadores e educadores, particularmente no que tange a área de recursos educacionais abertos. Esperamos que ela fortaleça e possa dar maior exposição a toda essa produção. Com a Cátedra, temos como intenção de continuar e expandir a nossa linha de trabalho. Isso inclui a produção de material e oportunidades para formação e a pesquisa. Em 2013 fizemos um projeto piloto com um grande número de parceiros, um Curso Aberto sobre “abertura” que buscaremos replicar em 2015. Continuamos o trabalho em torno do Caderno REA e da Bibliografia REA que servem como porta de entrada para o tema. Ainda esse ano, entregaremos uma análise detalhada dos portais de recursos abertos na América Latina por conta do projeto MIRA e continuaremos nossa colaboração central na construção de uma cartografia global sendo desenvolvida sobre REA. Buscaremos expandir nosso trabalho de pesquisa em torno da Universidade Aberta do Brasil (grupo coordenado pela UFF, em parceria com a UEL).

Como as universidades e pesquisadores brasileiros têm trabalhado o tema da educação aberta? Como você avalia a pesquisa que tem sido desenvolvida nessa área?

A noção de uma “educação aberta” pode ser interpretada de múltiplas maneiras, portanto não é fácil definir uma linha de trabalho comum. Parte do nosso esforço futuro será o de juntar noções históricas e contemporâneas sobre abertura. Isso inclui o legado da educação alternativa do início do século XX, caminhando pela educação progressiva e o movimento do “open education” nos anos 60-70. Hoje, propulsionado pelo crescimento do movimento REA, “educação aberta” está muito ligado às oportunidades de aprendizado que existem gratuitamente na web. É interessante buscar paralelos teóricos e práticos nessa trajetória, identificando como isso pode impactar nossa visão de escola e formação docente para o futuro. A história e pesquisa brasileira nessa área é rica e incluem desde a pedagogia crítica à projetos importantes em educação democrática.

Qual a importância de se criar uma rede de intercâmbio internacional sobre o tema?

A questão da “abertura” na educação tomou proporções globais e interdisciplinares. Precisamos nos conectar cada vez mais com outras iniciativas e trocar experiências com outros países e grupos de estudo. Serve para oxigenar o debate em torno de REA/EA, particularmente no ensino superior. Digo isso porque o que é discutido como inovador ainda é dominado pelo contexto de países ricos e falantes de inglês — precisamos de maior pluralidade.

Que iniciativas brasileiras na área de REA / Educação Aberta você destacaria?

Terminamos recentemente um projeto, o Mapa de Iniciativas de Recursos Abertos (MIRA) que tem como enfoque uma área ainda pouco estudada: repositórios voltados para o ensino básico na América Latina. Este recorte rendeu um mapa interativo e detalhado de vários projetos notáveis. Esperamos dar maior visibilidade a essas iniciativas, identificar boas práticas e compartilhar esse conhecimento. Além disso, a Comunidade REA (rea.net.br), da qual participo, é um projeto pioneiro no Brasil, que tem atuado fortemente para sensibilizar, formar e construir política pública sobre o tema. O Grupo de Trabalho sobre Ciência Aberta que conta com vários atores e projetos expressivos nessa área, é também uma referência. Um bom recurso para quem tem interesse na área e alguns de seus atores é o Livro REA.

Recursos abertos podem ajudar na transformação da escola, apontam especialistas e docentes

Publicado em Observatório da Educação em 23/10/2014

Durante o debate de lançamento da pesquisa “Recursos Educacionais Abertos no Brasil: o campo, os recursos e sua apropriação em sala de aula (saiba mais)”, na terça (30/09), Jamila Venturini, coordenadora do estudo, apontou que nenhum entrevistado discordou da necessidade de transformação da escola e que todos veem a incorporação de Recursos Educacionais Abertos (REA) como um dos desafios. A percepção também se refletiu na fala dos debatedores presentes no evento.

De acordo com Jamila, as entrevistas da pesquisa apontaram para uma necessidade de transformação estrutural da escola em detrimento de uma transformação superficial. “Para muitos entrevistados isso tem a ver com uma mudança na cultura escolar, na transformação das relações entre professores e alunos, na superação da relação entre recepção e transmissão da informação e do conhecimento”, explicou, apontando como os REA podem contribuir para isso.

Para Fernando Almeida, diretor de orientações técnicas da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, os REA retomam o princípio de que, em um produto de qualquer natureza, toda a humanidade teve participação indireta em sua construção. Assim, todos fazem parte de uma ampla rede de produtores de conhecimento. “Esse é o caminho para a gente pensar na estrutura de todo o edifício de opressão e de propriedade exclusivista para a construção de uma sociedade em que a liberdade possa ser a pauta do nosso relacionamento”, explicou.

REA na escola

Alessandro Freitas, professor de história na educação básica, pôs em evidência a possibilidade do uso de REA na sala de aula como um passo importante para a reforma educacional, que se faz urgente. Nesse sentido, explicou que a situação de sala de aula é um desgaste e uma agressão tanto para os alunos quanto para os professores, porque a escola, por não absorver as mudanças que têm ocorrido de forma acelerada na sociedade, principalmente no que tange as tecnologias e a internet, está fora da realidade cotidiana dos alunos.

Ele questionou também o uso de material didático – seja apostilado ou em livros – escolhido e entregue sem a participação do professor e do próprio aluno que, segundo Alessandro, são os principais sujeitos da educação. “Os recursos educacionais abertos são uma oportunidade para os dois voltarem a ser o centro da educação. Quando os alunos percebem que estão fazendo parte, eles se interessam mais, participam mais; e ter conhecimento sobre esse tipo de licença é interessante tanto o rofessor quanto para o aluno”, conclui.

Priscila Gonsales, coordenadora do Instituto Educadigital e membro da comunidade REA Brasil, aponta que, embora a difusão dos REA ainda seja pequena no Brasil, há muito uso de objetos digitais em sala de aula. Segundo dados da pesquisa TIC Educação de 2013, 96% dos 1.987 professores da educação básica entrevistados em todo o país utilizam recursos obtidos na internet para a preparação de suas aulas ou para a realização de atividades com alunos. A maioria deles, 82%, já produzem conteúdos para suas aulas ou atividades com alunos com o auxílio das novas tecnologias.

Quando o assunto é a possibilidade de interagir com o material, criando novas versões e obras derivadas, 88% declararam fazer alterações nos materiais originais, contra 11% que não o fazem e somente 1% que acredita que não é possível editar ou usar os conteúdos de um modo diferente. Apenas 21% dos que integram, porém, publica as obras derivadas de alguma maneira.

Para ela, “os professores não se reconhecem como autores, a autoria vem de fora. Esse é o ponto mais importante quando a gente fala de educação aberta e de REA. É mais do que licença, é valorizar o ponto de vista pedagógico que essa a questão traz. É um caminho muito longo ainda a percorrer, os professores precisam aprender a usar. Eles podem ser produtores usando o que já existe”. Jamila concordou que esse papel faz muito sentido ao professor, mas questionou: “talvez a gente tenha um sistema que não necessariamente valoriza o professor nesse papel de criação de conteúdo, de intelectual”. Nesse sentido, Luiz Augusto Pereira, membro da comunidade Wikimedia, ressaltou a importância de os professores também compartilharem suas produções, publicando seus conteúdos na internet.

Já Carlos Seabra, Coordenador Técnico Pedagógico da Editora FTD, acredita que os professores estariam despreparados para lidar com as tecnologias, mas que seus alunos o estão. Ele sugere que a mudança possa começar justamente pelo processo de apropriação do conteúdo e de sua produção. “Einstein já dizia: mais importante que conhecimento é imaginação. É preciso ter imaginação pedagógica”, afirmou.

Para Priscila, porém, o professor já “está digital” no meio fora da escola e mantém o modelo tradicional de ensino por conta do ecossistema da educação,  das avaliações tradicionais, do receio de utilizar os aparelhos móveis. “E o professor está sozinho, a gente não tem política pública de formação que estimule a colaboração entre os professores, ele não tem estímulo para que essa colaboração aconteça”, argumentou, apontando que a formação continuada é a chave para a questão.

Incidência política

De acordo com Oona Castro, coordenadora do Programa Catalisador da Wikimida no Brasil, um dos achados da pesquisa foi a existência de poucos recursos, na língua portuguesa no Brasil, que podem ser incorporados pelos projetos Wikimedia por questões de licenciamento. “Esse retrato de como o campo tem atuado é fundamental para a gente pensar a incidência política. Para a própria comunidade Wikimedia, e que tiver vontade de incidir sobre a construção do campo de REA, esse é um diagnóstico que dá a dimensão do quadro de hoje”, explicou.

Denise Carreira, coordenadora do programa de educação da Ação Educativa, enfatizou também a importância do trabalho para aprofundar a atuação das organizações do campo educacional. “Conseguimos que, no substitutivo do Plano Municipal de Educação de São Paulo, fosse incorporada a agenda de REA, e estamos levando isso também para o debate nacional, inclusive sobre a base curricular nacional comum, um debate muito importante que vai acontecer nos próximos dois anos no Brasil como decorrência da aprovação do Plano Nacional de educação”, concluiu.

Programa de Webinars para América Latina e Caribe 2014

Por mais de três anos a IFLA Continuing Professional Development and Workplace Learning e a IFLA New Professionals Special Interest Group  tem oferecido, com muito sucesso, diversos webinars abordando temas de interesse para bibliotecários, associações de bibliotecas, escolas de biblioteconomia, tomadores de decisões e profissionais atuando em bibliotecas.  Agora, em parceria com a IFLA Latin American and the Caribbean Section e o Curso de Ciências da Informação e da Documentação e Biblioteconomia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, Campus Ribeirão Preto, tem o prazer de apresentar duas novas séries de webinars em português e espanhol propostos para 2014 visando chegar ao público latino americano e caribenho.

(1a.série) Direitos de autor e bibliotecas: por que é importante manter-se informado

Assista a uma série de eventos on-line (em espanhol e/ou português) com especialistas e interessados no tema dos direitos autorais, que estarão apresentando uma visão geral sobre a situação da América Latina e Caribe, os últimos acontecimentos e temas da atualidade. Ademais, discutiremos  por que é importante aos bibliotecários e profissionais de informação manterem-se informados acerca destes  temas tão relevantes para o melhor desenvolvimento de nossas atividades.

Coordenadora das seções: Sueli Mara S.P. Ferreira – IFLA/LAC e USP

Moderadora espanhol: Maria Juliana Soto – Prensa Fundación Karisma, Colombia

Moderador português: José Eduardo Santarem Segundo – Universidade de São Paulo,Brasil

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3ª feira, 04 de novembro de 2014  –  14h*

Palestrante: Alicia Ocaso-Ferreira

Tema: Informação sobre o panorama mundial, com base no trabalho que vem sendo desenvolvido pela IFLA e CLM nos foros mundiais. Relatos, assuntos de interesse e atualizações sobre o Creative Commons e a Wikimedia.

Idioma: ESPANHOL

Biografia: Alicia é Presidenta da Asociacion de Bibliotecologos del Uruguay, Membro do Comité de Derechos de Autor y Asuntos Legales (CLM) da IFLA.

4a. feira, 5 de novembro de 2014 – 14h*

Palestrante: Claudio Ruiz

Tema : Informação atualizada sobre o panorama atual dos direitos de Autor na América Latina e ultimas tendências

Idioma: ESPANHOL

Biografia: Claudio é Diretor Executivo da ONG Derechos Digitales, Chile. Dirige projetos vinculados a defensa e promoção dos direitos fundamentais envolvidos com a internet, particularmente a liberdade de expressão, direitos de autor e acesso ao conhecimento. Colabora com a IFLA em várias iniciativas internacionais. É professor diplomado em Propriedade Intelectual.

2a. Feira, 10 de novembro, 2014  – 14h*

Palestrante: CAROLINA ROSSINI

Tema:  ABC dos direitos do autor, incluindo propostas de mudanças na LDA (Lei de Direitos de Autor no Brasil) e licenças aberta.

Idioma: PORTUGUES

Biografia: Carolina é Vice Presidenta de Direitos Internacionais e Estratégia na Public Knowledge. Tem mais de 14 anos de experiência em direito internacional, negociações de transações e política, com um enfoque específico para Internet, telecomunicações, propriedade intelectual e os direitos humanos. Também atua como associada ao Global Partners International Digital e como bolsista no New America Foundation Lab-X. Faz parte do advisory boards das seguintes instituições: Alliance for Affordable Internet (Deputy member), Open Knowledge Foundation tanto paramo Reino Unido como para o Brasil, Saylor Foundation nos EUA, Instituto Educadigital e o InternetLab esses dois ultimos no Brasil. Anteriormente, Carolina foi Diretora de Projetos do New America Foundation’s Open Technology Institute, e Diretora de Propriedade Intelectual Internacional no Electronic Frontiers Foundation (EFF), e bolsista no Berkman Center de Harvard University. Antes de se mudar para os EUA em 2007, Carolina trabalhou no Centro de Tecnologia e Sociedade como um coordenador do projeto, e como advogado de ISP da Telefônica no Brasil. Ela tem um LL.M.on IP da Universidade de Boston, um MBA pelo Instituto de Empresas e Mestrado em Negociações Econômicas Internacionais pela UNICAMP / UNESP, e um JD pela Universidade de São Paulo – USP.

3a. feira, 11 de novembro, 2014  – 14h*

Palestrante:  Cristiana Gonçalvez

Tema: O debate internacional do direito de autor e os bibliotecários

Idioma: Português

Biografia: Cristiana é pesquisadora sênior e doutoranda em Relações Internacionais na Universidade de São Paulo (USP). Fez mestrado em Sociologia na mesma universidade e trabalhou como pesquisadora nas áreas de direito autoral e privacidade por seis anos no GPOPAI- Grupo de Pesquisa em Política Públicas para o Acesso à Informação da Escola de Artes e Ciências Humanas da USP. Acompanha as negociações em direitos autorais e patentes na Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) como representante da Civil Society Coalition (CSC), uma coalizão internacional de organizações de direitos dos consumidores, de interesse público e de defesa dos países em desenvolvimento. Foi assessora técnica no Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e atualmente compõe a Comissão Brasileira de Direitos Autorais e Acesso Aberto da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Associados (FEBAB).

4a. feira, 12 de novembro, 2014  – 14h*

Palestrante:  Sueli Mara Soares Pinto Ferreira

Tema: O direito autor e as publicações em novos formatos

Idioma: Português

Biografia: Sueli Ferreira é Professora Titular da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, orientadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da mesma Universidade. Doutora em Ciências da Comunicação. Diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas no período de 2010 a 2013. Membro do Comitê Latino Americano de do Caribe da IFLA (IFLA/LAC) e da Comissão Brasileira de Direitos Autorais e Acesso Aberto da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Associados (FEBAB).

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(2a. série) Tendências Reportadas pela IFLA

As tendências futuras discutidas no Relatório IFLA TRENDS lançado em 2013 (trends.ifla.org) são de natureza tal que se alteram continuamente. Bibliotecários de todo o mundo, continuam acompanhando tais tendências e discutindo como elas impactam as bibliotecas e os serviços que oferecem. Nesses webinars, vamos debater as ultimas atualizações apresentadas pela IFLA, em Lyon, 2014.

Coordenadora das seções: Sueli Mara S.P. Ferreira – IFLA/LAC e USP

Moderadora espanhol: Loida Garcia-Febo, Junta de Gobierno de IFLA, CPDWL, NPSIG

Moderador português: Claudiane Weber, UFSM e USP.

2a. feira, 17 de novembro, 2014  – 14h*

Palestrante: Jesus Lau

Tema:  Futuro: uma estrada com muitos caminhos

Idioma: ESPANHOL

Biografia: Ganhador da Medalha IFLA 2014. Bibliotecário de reconhecimento internacional. Diretor de bibliotecas. Pesquisador. Escritor. Professor na área de  biblioteconomia. http://jesuslau.com

3a. feira, 18 de novembro, 2014  – 14h – 15h*

Palestrante: Sueli Mara Soares Pinto Ferreira

Tema: Tendências e mudanças no ambiente informacional.

Biografia: Sueli Ferreira é Professora Titular da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, orientadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da mesma Universidade. Doutora em Ciências da Comunicação. Diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas no período de 2010 a 2013. Membro do Comitê Latino Americano de do Caribe da IFLA (IFLA/LAC) e da Comissão Brasileira de Direitos Autorais e Acesso Aberto da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Associados (FEBAB).

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INSCRIÇÃO:

Não é necessário inscrição antecipada, ela será feita durante o evento para aqueles que necessitarem de certificados de participação. Orientações sobre tal procedimento serão fornecidas durante o webinar.

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ACESSO:

Os participantes poderão assistir os eventos no link: http://iptv.usp.br/portal/transmissao/iflalac

Todas as sessões terão a duração de UMA hora, logo após as apresentações serão dedicados 20 minutos para perguntas e comentários dos participantes, as quais poderão ser enviadas, durante todo o evento, para o email: iflalac.webinar@gmail.com

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*IMPORTANTE:

– Os horários aqui marcados correspondem a Brasília, Buenos Aires, Asunción, Santiago y Paramaribo.

– Verifique o horário em outras localidades da América Latina em: http://www.timeanddate.com/worldclock/custom.html?continent=samerica

– Horários ao redor do mundo : http://www.timeanddate.com/worldclock/

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Perguntas e pedido de informação com as coordenadoras das séries:

Loida Garcia-Febo – loidagarciafebo@gmail.com

Sueli Mara S. P. Ferreira – sueli.ferreira@gmail.com

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Mais informações:  http://blogs.ifla.org/lac/?p=655

Equipe de trabalho:

Loida Garcia-Febo, Junta de Govierno de IFLA, IFLA CPDWL, NPSIG

Sueli Mara Ferreira, IFLA LAC  e FFCLRP/USP

José Eduardo Santarem Segundo, FFCLRP/USP

Sigrid Karin Weiss Dutra, Presidenta IFLA LAC

Silvia Cecilia Anselmi, IFLA LAC

Ruth Helena Vallejo, IFLA LAC

Juanita Jara de Sumar, IFLA CPDWL

Alexandre Magno Vieira Lima, CIRP/USP

Vinicius Costa Lima, CIRP/USP

Oficina “Você sabe o que são os Recursos Educacionais Abertos?”

Salvador recebe a oficina “Você sabe o que são os Recursos Educacionais Abertos?”. O evento tratará sobre fundamentos da cultura digital e da cultura livre, que são pano de fundo dos REA, e também sobre as licenças Creative Commons, um novo modelo de gestão dos direitos autorais.

Participarão professores da rede pública do Estado da Bahia ligados aos projetos pedagógicos da SEC e do IAT.

REA no Brasil: o campo, os recursos e a apropriação em sala de aula

A pesquisa Recursos Educacionais Abertos no Brasil: o campo, os recursos e a apropriação em sala de aula foi realizada entre março e agosto de 2014 e teve por objetivo identificar os principais atores do campo dos REA no Brasil, assim como oportunidades e obstáculos para o uso e apropriação dos REA em língua portuguesa pelas comunidades Wikimedia e educacional do país.

Participe do debate e lançamento da pesquisa no dia 30 de setembro na Ação Educativa. Basta enviar seu nome completo, profissão e telefone para observatorio@acaoeducativa.org até 29 de setembro.

 

UTFPR promove Ciclo de Palestras do Programa Paranaense de Práticas e Recursos Educacionais Abertos

Tema

Repositório de Recursos Educacionais Digitais: Utilização do DSpace, repositório digital aberto, na implementação de repositórios institucionais.

Apresentação

A Coordenação de Tecnologia na Educação – COTEDUC/PROGRAD/UTFPR, em parceria com a Coordenação de Integração de Políticas de Educação a Distância – CIPEAD/PROGRAD/UFPR, promove o 3º Ciclo de Palestras do Programa Paranaense de Práticas e Recursos Educacionais Abertos – PPPREA.

Com a finalidade de implementar e consolidar o PPPREA, nessa edição o evento irá tratar da dimensão tecnológica do projeto interinstitucional entre UTFPR e UFPR.A proposta do programa é de mobilizar a comunidade acadêmica, das instituições públicas de ensino do Paraná, para alinharem-se às diretrizes e experiências nacionais e internacionais do Movimento para o Acesso ao Conhecimento.

Conhecer o significado, as práticas, as motivações, as perspectivas, os agentes e dimensões envolvidas é o primeiro passo para a elaboração de uma Política de Acesso Aberto ao Conhecimento no âmbito das instituições.

A adoção dessa política permitirá estabelecer uma rede federada de acesso aberto ao conhecimento produzido nas instituições paranaenses.

Nesse evento será apresentado o DSpace, um Repositório Digital Aberto, homologado pelo IBICT, amplamente utilizado nas instituições de ensino na implementação de repositórios institucionais de acesso aberto.

Palestrantes

• Washington Luís Ribeiro de Carvalho Segundo – Tecnologista Pleno, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT).
• Emanuelle Torino – Bibliotecária da UTFPR.
• Karolayne Costa Rodrigues de Lima – Bibliotecária da UFPR.

Inscrições

Até 31/08 no http://www.utfpr.edu.br/prograd/eventos

Oficina REA em Brasília

Acontece na próxima terça-feira, 12/08, oficina sobre Recursos Educacionais Abertos na Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF). O evento é uma iniciativa do Grupo de Trabalho Escola na Cultura Digital e da Subsecretaria de Modernização e Tecnologia da SEEDF (SUMTEC).

Apesar de destinado a professores da Rede Pública do Distrito Federal, o evento é aberto a quem se interessar. O convite segue anexo, com o endereço.

 

Seminário Internacional “Ciência Aberta, questões abertas”

De 18 a 22 de agosto de 2014, ocorrer​á​, no Rio de Janeiro, o Seminário Internacional “Ciência Aberta, questões abertas”. A proposta do Seminário é discutir as perspectivas e barreiras à ciência aberta, debatendo abordagens e práticas inovadoras nesse campo.

Na pr​é​-conferência, 18 e 19 de agosto de 2014, serão realizadas oficinas visando trocar experiências e discutir projetos e redes colaborativ​o​s em ciência aberta. ​A programação e a forma de inscrição ​n​as oficinas serão divulgadas em breve.

A segunda parte do evento (de 20 a 22 de agosto de 2014) será organizada em sessões temáticas, incluindo temas como:

  • Questões e tendências em debate no campo da ciência aberta: perspectivas críticas;
  • Ciência cidadã e educação aberta;
  • Ferramentas científicas abertas;
  • Inovações na publicação científica e alternativas de avaliação;
  • Dados científicos abertos;
  • Wikipesquisa e cadernos científicos abertos.

O Seminário é uma realização do Liinc – Laboratório Interdisciplinar sobre Informação e Conhecimento/IBICT-UFRJ; da Open Knowledge Brasil; do IBICT/Coep; da Unirio/Cead e do Grupo de Trabalho Ciência Aberta.

O programa do evento, formulário de inscrição e demais informações encontram-se em http://www.cienciaaberta.net/encontro2014/.

Imagem destaque por Ewa Rozkosz.

Íntegra do Seminário em Educação Aberta, Sociedade e Tecnologia

Em maio participamos do Seminário em Educação Aberta, Sociedade e Tecnologia na Universidade de São Paulo para discutir o estado da arte da Educação Aberta no Brasil em termos de políticas, práticas e desenvolvimento inovador. Na ocasião, foi lançado o projeto e-Mundus e também foi dado início a um artigo que representa a posição brasileira na Educação Aberta internacional e nos debates sobre Recursos Educacionais Abertos que é adotado pelo eMundus.

Confira a íntegra do evento nos vídeos abaixo e acesse as fotos aqui.